{"id":10960,"date":"2015-07-28T19:10:56","date_gmt":"2015-07-28T19:10:56","guid":{"rendered":"http:\/\/sindvalores.com.br\/site\/?p=10960"},"modified":"2015-07-28T19:10:56","modified_gmt":"2015-07-28T19:10:56","slug":"vigilante-de-carro-forte-recebera-adicional-de-insalubridade-por-calor-excessivo-durante-o-verao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindvalores.com.br\/site\/institucional\/noticias\/vigilante-de-carro-forte-recebera-adicional-de-insalubridade-por-calor-excessivo-durante-o-verao","title":{"rendered":"Vigilante de carro forte receber\u00e1 adicional de insalubridade por calor excessivo durante o ver\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">A Subse\u00e7\u00e3o I Especializada em Diss\u00eddios Individuais (SDI-1) do Tribunal Superior do Trabalho n\u00e3o conheceu de embargos da Brink&#8217;s Seguran\u00e7a e Transporte de Valores Ltda. contra o pagamento de adicional de insalubridade a um vigilante de carro forte que permanecia por cerca de 5h dentro do carro forte sem sistema de refrigera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A per\u00edcia concluiu que a insalubridade em grau de m\u00e9dio, conforme o anexo 3 da <a href=\"http:\/\/portal.mte.gov.br\/data\/files\/FF8080812BE914E6012BEF32FE207A4A\/nr_15_anexo3.pdf\">Norma Regulamentadora 15<\/a>, do Minist\u00e9rio do Trabalho e Emprego, somente ocorria no ver\u00e3o, devido ao calor excessivo nos ve\u00edculos blindados que n\u00e3o possu\u00edam sistema de refrigera\u00e7\u00e3o. A Brink&#8217;s refutou o laudo e alegou que situa\u00e7\u00f5es eventuais n\u00e3o caracterizam insalubridade ou periculosidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ao analisar o caso, o Tribunal Regional do Trabalho da 4\u00aa Regi\u00e3o (RS) manteve a senten\u00e7a da 13\u00aa Vara do Trabalho de Porto Alegre, que concedeu o adicional de insalubridade sobre o per\u00edodo 20 meses (quatro meses de dura\u00e7\u00e3o da esta\u00e7\u00e3o, multiplicada pelos anos de trabalho no transporte de valores). No recurso ao TST, a empresa insistiu na contesta\u00e7\u00e3o \u00e0 per\u00edcia, mas a Quinta Turma n\u00e3o conheceu do recurso, uma vez que a <a href=\"http:\/\/www3.tst.jus.br\/jurisprudencia\/Sumulas_com_indice\/Sumulas_Ind_101_150.html#SUM-126\">S\u00famula 126<\/a> do TST impossibilita o reexame de fatos e provas. Segundo a Turma, o laudo foi produzido conforme o artigo 429 do <a href=\"http:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/leis\/l5869compilada.htm\">C\u00f3digo de Processo Civil<\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>SDI-1<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No exame de embargos, o relator do processo na SDI-1, ministro M\u00e1rcio Eurico Vitral Amaro, afirmou que a empresa n\u00e3o conseguiu caracterizar a diverg\u00eancia jurisprudencial, requisito para a admiss\u00e3o do recurso. Segundo o ministro, as decis\u00f5es supostamente divergentes trazidas pela Brink&#8217;s n\u00e3o continham tese com interpreta\u00e7\u00e3o distinta de um mesmo dispositivo legal, como exige a <a href=\"http:\/\/brs02.tst.jus.br\/cgi-bin\/nph-brs?d=BLNK&amp;s1=296&amp;s2=bden.base.&amp;pg1=NUMS&amp;u=http:\/\/www.tst.gov.br\/jurisprudencia\/brs\/nspit\/nspitgen_un_pix.html&amp;p=1&amp;r=1&amp;f=G&amp;l=0\">S\u00famula 296<\/a> do TST. A SDI-1 rejeitou ainda embargos declarat\u00f3rios opostos pela empresa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">(Alessandro Jac\u00f3\/CF)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Processo: <a href=\"http:\/\/aplicacao4.tst.jus.br\/consultaProcessual\/consultaTstNumUnica.do?consulta=Consultar&amp;conscsjt=&amp;numeroTst=80200&amp;digitoTst=41&amp;anoTst=2008&amp;orgaoTst=5&amp;tribunalTst=04&amp;varaTst=0013&amp;submit=Consultar\">E-ED-RR-80200-41.2008.5.04.0013<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Fonte: tst.jus.br<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Subse\u00e7\u00e3o I Especializada em Diss\u00eddios Individuais (SDI-1) do Tribunal Superior do Trabalho n\u00e3o conheceu de embargos da Brink&#8217;s Seguran\u00e7a e Transporte de Valores Ltda. contra o pagamento de adicional de insalubridade a um vigilante de carro forte que permanecia por cerca de 5h dentro do carro forte sem sistema de refrigera\u00e7\u00e3o. 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