{"id":11028,"date":"2015-09-09T16:22:32","date_gmt":"2015-09-09T16:22:32","guid":{"rendered":"http:\/\/sindvalores.com.br\/site\/?p=11028"},"modified":"2015-09-09T16:22:32","modified_gmt":"2015-09-09T16:22:32","slug":"vigilante-de-carro-forte-demitido-por-parar-em-local-nao-autorizado-para-comprar-lanche","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindvalores.com.br\/site\/institucional\/noticias\/vigilante-de-carro-forte-demitido-por-parar-em-local-nao-autorizado-para-comprar-lanche","title":{"rendered":"Vigilante de carro-forte demitido por parar em local n\u00e3o autorizado para comprar lanche"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"http:\/\/sindvalores.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/9-01_Carro_forte_interna.jpg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-11029 alignleft\" src=\"http:\/\/sindvalores.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/9-01_Carro_forte_interna.jpg\" alt=\"9-01_Carro_forte_interna\" width=\"297\" height=\"224\" \/><\/a>A Quinta Turma do TRT-PR considerou v\u00e1lida a dispensa por justa causa aplicada pela Prosegur Brasil S\/A a um vigilante de carro-forte de Curitiba, que desceu do ve\u00edculo em um ponto n\u00e3o autorizado pela empresa para comprar \u00e1gua e um lanche.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O trabalhador confessou ter efetuado a parada em frente a uma lanchonete. Ele reconheceu ainda que havia ordem expressa da empresa proibindo tais paradas. O incidente aconteceu em dezembro de 2013 e os demais membros da equipe tamb\u00e9m foram dispensados por justa causa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O vigilante, que trabalhava h\u00e1 mais de cinco anos para a Prosegur, afirmou que fez a parada para comprar lanche porque n\u00e3o havia almo\u00e7ado em virtude de compromisso na faculdade. Alegou tamb\u00e9m que as paradas em locais n\u00e3o autorizados eram frequentes e toleradas pelos superiores.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Ju\u00edzo da 9\u00aa Vara do Trabalho de Curitiba acolheu os argumentos do vigilante e afastou a justa causa por considerar que a sua conduta n\u00e3o foi suficiente para determinar a aplica\u00e7\u00e3o da pena mais grave prevista na legisla\u00e7\u00e3o trabalhista, especialmente porque ele n\u00e3o havia sofrido penalidades anteriores.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os desembargadores da Quinta Turma, por\u00e9m, considerando os riscos da atividade exercida pelo trabalhador, julgaram sua conduta muito grave: &#8220;colocou em risco os valores transportados, al\u00e9m da seguran\u00e7a dos demais vigilantes e de todas as pessoas que circulavam nas imedia\u00e7\u00f5es&#8221;, frisaram.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0A Turma ponderou ainda que a pena aplicada foi proporcional \u00e0 gravidade do ato. &#8220;N\u00e3o h\u00e1 desproporcionalidade entre a falta cometida e a pena aplicada (despedida por justa causa). Isso porque a justa causa n\u00e3o reside apenas no fato de o Autor ter descumprido ordens expressas da empresa, mas na gravidade do ato&#8221;, ressaltou o relator do ac\u00f3rd\u00e3o, desembargador Sergio Guimar\u00e3es Sampaio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Da decis\u00e3o cabe recurso.<br \/>\nNot\u00edcia publicada em 01\/09\/2015<br \/>\nImagem: Istock Photo &#8211; David_Rev<br \/>\nAssessoria de Comunica\u00e7\u00e3o do TRT-PR<br \/>\n(41) 3310-7313<br \/>\nascom@trt9.jus.br<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Quinta Turma do TRT-PR considerou v\u00e1lida a dispensa por justa causa aplicada pela Prosegur Brasil S\/A a um vigilante de carro-forte de Curitiba, que desceu do ve\u00edculo em um ponto n\u00e3o autorizado pela empresa para comprar \u00e1gua e um lanche. O trabalhador confessou ter efetuado a parada em frente a uma lanchonete. 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