{"id":12496,"date":"2016-08-05T16:57:06","date_gmt":"2016-08-05T16:57:06","guid":{"rendered":"http:\/\/sindvalores.com.br\/site\/?p=12496"},"modified":"2016-08-05T16:57:06","modified_gmt":"2016-08-05T16:57:06","slug":"vigia-nao-tem-direito-a-adicional-de-periculosidade-de-30-pago-a-vigilantes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindvalores.com.br\/site\/institucional\/noticias\/vigia-nao-tem-direito-a-adicional-de-periculosidade-de-30-pago-a-vigilantes","title":{"rendered":"Vigia n\u00e3o tem direito a adicional de periculosidade de 30% pago a vigilantes"},"content":{"rendered":"<p id=\"aui_3_2_0_1339\"><span id=\"aui_3_2_0_1338\">A Sexta Turma do Tribunal Superior do Trabalho rejeitou recurso de um vigia da Novatec Constru\u00e7\u00f5es e Empreendimentos Ltda., que pretendia receber o adicional de periculosidade no percentual de 30% sobre o sal\u00e1rio, concedido aos vigilantes. Segundo a Turma, as atividades de vigia n\u00e3o se equiparam \u00e0s de vigilante no que se refere ao pagamento do adicional porque n\u00e3o se inserem no conceito de seguran\u00e7a pessoal ou patrimonial de que trata o Anexo 3 da <\/span><a href=\"http:\/\/www.mtps.gov.br\/images\/Documentos\/SST\/NR\/NR16.pdf\">Norma Regulamentadora 16<\/a> do Minist\u00e9rio do Trabalho e Emprego (MTE).<\/p>\n<p>O vigia alegou que se expunha a roubos e outras esp\u00e9cies de viol\u00eancia f\u00edsica, nos termos do artigo 193 da <a href=\"http:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/decreto-lei\/Del5452.htm\">CLT<\/a> e do Anexo 3 da NR-16. Ele recorreu ao TST contra decis\u00e3o do Tribunal Regional do Trabalho da 6\u00aa Regi\u00e3o (PE) que negou o adicional. De acordo com o TRT, os dispositivos indicados por ele dizem respeito exclusivamente aos servi\u00e7os de vigil\u00e2ncia, que possui regulamenta\u00e7\u00e3o pr\u00f3pria (<a href=\"http:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/leis\/L7102.htm\">Lei 7.102\/83<\/a>). N\u00e3o exercendo a fun\u00e7\u00e3o de vigilante, e sim de vigia, o empregado n\u00e3o estaria amparado pela lei, n\u00e3o fazendo, assim, jus ao adicional.<\/p>\n<p>A relatora do recurso de revista do vigia, ministra K\u00e1tia Magalh\u00e3es Arruda, explicou as diferen\u00e7as entre os dois profissionais. Ela esclareceu que, segundo o artigo 193 da CLT, as atividades de seguran\u00e7a pessoal ou patrimonial s\u00e3o consideradas perigosas na forma da regulamenta\u00e7\u00e3o aprovada pelo MTE, e o par\u00e1grafo 3\u00ba do dispositivo cita expressamente a de vigilante.<\/p>\n<p>A ministra assinalou que o exerc\u00edcio da atividade de vigilante depende de requisitos espec\u00edficos, como idade m\u00ednima de 21 anos, pr\u00e9via aprova\u00e7\u00e3o em curso de forma\u00e7\u00e3o profissional supervisionado pela Pol\u00edcia Federal e em exame de sa\u00fade f\u00edsica, mental e psicot\u00e9cnico, entre outros. &#8220;Por outro lado, o vigia desempenha fun\u00e7\u00f5es de asseio e conserva\u00e7\u00e3o, cujo exerc\u00edcio, de acordo com a Classifica\u00e7\u00e3o Brasileira de Ocupa\u00e7\u00f5es (CBO) do MTE, requer apenas a conclus\u00e3o do ensino fundamental&#8221;, ressaltou.<\/p>\n<p>A decis\u00e3o foi un\u00e2nime.<\/p>\n<p>(Lourdes Tavares\/CF)<\/p>\n<p id=\"aui_3_2_0_1346\">Processo: <a href=\"http:\/\/aplicacao4.tst.jus.br\/consultaProcessual\/consultaTstNumUnica.do?conscsjt=&amp;numeroTst=480&amp;digitoTst=86&amp;anoTst=2015&amp;orgaoTst=5&amp;tribunalTst=06&amp;varaTst=0251&amp;consulta=Consultar\">RR-480-86.2015.5.06.0251<\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Fonte:\u00a0http:\/\/www.tst.jus.br<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Sexta Turma do Tribunal Superior do Trabalho rejeitou recurso de um vigia da Novatec Constru\u00e7\u00f5es e Empreendimentos Ltda., que pretendia receber o adicional de periculosidade no percentual de 30% sobre o sal\u00e1rio, concedido aos vigilantes. 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