{"id":12685,"date":"2016-09-22T16:25:13","date_gmt":"2016-09-22T16:25:13","guid":{"rendered":"http:\/\/sindvalores.com.br\/site\/?p=12685"},"modified":"2016-09-22T16:25:13","modified_gmt":"2016-09-22T16:25:13","slug":"ministro-joga-reforma-trabalhista-para-2017-presidente-do-tst-quer-flexibilizacao-ja","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindvalores.com.br\/site\/institucional\/noticias\/ministro-joga-reforma-trabalhista-para-2017-presidente-do-tst-quer-flexibilizacao-ja","title":{"rendered":"Ministro joga reforma trabalhista para 2017. Presidente do TST quer flexibiliza\u00e7\u00e3o j\u00e1"},"content":{"rendered":"<div class=\"nitfSubtitle\" style=\"text-align: justify;\">Ronaldo Nogueira reafirma que governo vai dialogar e n\u00e3o entregar\u00e1 &#8220;prato feito&#8221;. Magistrado diz que flexibiliza\u00e7\u00e3o tem carga de preconceito, mas \u00e9 &#8220;seguran\u00e7a&#8221; para o trabalhador<\/div>\n<div>\n<p style=\"text-align: justify;\">S\u00e3o Paulo \u2013 O ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, disse hoje (21) que a reforma trabalhista ficar\u00e1 para o segundo semestre do ano que vem, afirmando que a prioridade do governo \u00e9 o ajuste fiscal, para ele o &#8220;maior drama&#8221; brasileiro. &#8220;De que adiantaria a moderniza\u00e7\u00e3o da legisla\u00e7\u00e3o se a economia n\u00e3o voltar ao eixo?&#8221;, argumentou. No mesmo debate \u2013 promovido pelo jornal <i>O Estado de S. Paulo <\/i>e patrocinado pela Confedera\u00e7\u00e3o Nacional da Ind\u00fastria (CNI)<i> \u2013,<\/i> o presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), Ives Gandra Filho, discordou explicitamente: &#8220;N\u00e3o esperaria o segundo semestre de 2017. O Brasil tem pressa&#8221;. E defendeu a flexibiliza\u00e7\u00e3o das regras, argumentando que o termo tem sido visto com preconceito. &#8220;Temos de tirar preconceito da palavra &#8216;flexibiliza\u00e7\u00e3o'&#8221;, afirmou. &#8220;A\u00ed est\u00e1 a seguran\u00e7a maior para o trabalhador.&#8221;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Gandra defende mudan\u00e7as ainda este ano, para que o trabalhador passe a ter prote\u00e7\u00e3o real e n\u00e3o &#8220;de papel&#8221;. Segundo ele, a rigidez e a interpreta\u00e7\u00e3o das leis trabalhistas t\u00eam causado mais desemprego. O magistrado defendeu o Projeto de Lei 4.962\/2016, do deputado Julio Lopes (PP-RJ), que permite a acordos coletivos prevalecerem sobre a legisla\u00e7\u00e3o. Pela proposta, o artigo 618 da Consolida\u00e7\u00e3o das Leis do Trabalho (CLT) passaria a ter a seguinte reda\u00e7\u00e3o: &#8220;As condi\u00e7\u00f5es de trabalho ajustadas mediante conven\u00e7\u00e3o ou acordo coletivo de trabalho prevalecem sobre o disposto em lei, desde que n\u00e3o contrariem a Constitui\u00e7\u00e3o Federal e as normas de medicina e seguran\u00e7a do trabalho&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para o presidente do TST, o Judici\u00e1rio j\u00e1 tem feito flexibiliza\u00e7\u00e3o, mas no sentido de ampliar direitos, \u00e0s vezes contrariando a Constitui\u00e7\u00e3o. Gandra avalia que o &#8220;cerne da controv\u00e9rsia&#8221; sobre reformas est\u00e1 na &#8220;calibragem&#8221; da interven\u00e7\u00e3o do Estado. E lembrou que o pr\u00f3prio tribunal j\u00e1 discute preval\u00eancia de acordos sobre a legisla\u00e7\u00e3o trabalhista, com influ\u00eancia de uma decis\u00e3o recente do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o tema.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na abertura do encontro, o ministro do Trabalho voltou a negar que tenha defendido supress\u00e3o de direitos ou aumento da jornada de trabalho. &#8220;O governo n\u00e3o ir\u00e1 propor o aumento de jornada de 44 horas semanais. O governo n\u00e3o ir\u00e1 propor o aumento da jornada di\u00e1ria como padr\u00e3o. A orienta\u00e7\u00e3o do presidente Michel Temer \u00e9 muito clara, \u00e9 de preservar direitos, porque direito voc\u00ea n\u00e3o revoga, voc\u00ea aprimora.&#8221;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Segundo Nogueira, \u00e9 momento de &#8220;atualizar&#8221; a lei, que tem &#8220;ideias datadas da primeira metade do s\u00e9culo 20&#8221;. Ele reafirmou que o governo n\u00e3o far\u00e1 nenhuma &#8220;imposi\u00e7\u00e3o autorit\u00e1ria&#8221; e que qualquer mudan\u00e7a ter\u00e1 a negocia\u00e7\u00e3o como premissa. &#8220;Estamos apenas em fase de estudos e de debates&#8221;, declarou. &#8220;A\u00a0proposta de atualiza\u00e7\u00e3o do governo ser\u00e1 a proposta obtida do consenso dos atores do mundo do trabalho. O governo n\u00e3o apresentar\u00e1 prato feito.&#8221;<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ronaldo Nogueira reafirma que governo vai dialogar e n\u00e3o entregar\u00e1 &#8220;prato feito&#8221;. 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