{"id":19333,"date":"2024-07-19T01:53:05","date_gmt":"2024-07-19T01:53:05","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sindvalores.com.br\/site\/?p=19333"},"modified":"2024-07-19T01:53:06","modified_gmt":"2024-07-19T01:53:06","slug":"cut-e-demais-centrais-sindicais-farao-ato-nacional-contra-os-juros-altos-dia-30","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindvalores.com.br\/site\/institucional\/noticias\/cut-e-demais-centrais-sindicais-farao-ato-nacional-contra-os-juros-altos-dia-30","title":{"rendered":"CUT e demais centrais sindicais far\u00e3o ato nacional contra os juros altos dia 30"},"content":{"rendered":"\n<p>Data \u00e9 a mesma da reuni\u00e3o do Copom que definir\u00e1 a taxa Selic do Banco Central. Atos ser\u00e3o realizados nas cidades em que h\u00e1 sedes do BC. Pesquisa mostra que 60% dos brasileiros s\u00e3o a favor da redu\u00e7\u00e3o dos juros<\/p>\n\n\n\n<p>A CUT e as centrais sindicais realizar\u00e3o uma manifesta\u00e7\u00e3o nacional contra os juros altos, no pr\u00f3ximo dia 30 de julho (ter\u00e7a-feira), a partir das 10 horas da manh\u00e3, em frente ao Banco Central (BC), na Avenida Paulista n\u00ba 1804, em S\u00e3o Paulo. Haver\u00e1 atos tamb\u00e9m em frente \u00e0 sede, em Bras\u00edlia, e nos demais estados onde h\u00e1 representa\u00e7\u00f5es regionais da institui\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>A data coincide com a reuni\u00e3o do Comit\u00ea de Pol\u00edtica Monet\u00e1ria (Copom), que definir\u00e1 a taxa de juros do pa\u00eds, a Selic.<\/p>\n\n\n\n<p>O movimento sindical considera inaceit\u00e1vel a taxa abusiva praticada pelo Banco Central, que boicota e emperra o crescimento do pa\u00eds e prejudica, principalmente, a classe trabalhadora.<\/p>\n\n\n\n<p>Desde que o BC se tornou independente em 2019, no governo de Jair Bolsonaro (PL-RJ), as taxas de juros no Brasil t\u00eam atendido as oscila\u00e7\u00f5es do mercado financeiro, sem levar em considera\u00e7\u00e3o a baixa infla\u00e7\u00e3o e a melhora na economia ap\u00f3s a posse do Presidente Lula (PT).<\/p>\n\n\n\n<p>Uma pesquisa Quaest, divulgada no \u00faltimo dia 10 deste m\u00eas, mostrou que 66% dos brasileiros concordam com cr\u00edticas de Lula \u00e0 pol\u00edtica de juros do Banco Central, e 23% discordam e 53% dos entrevistados acham que o presidente da autoridade monet\u00e1ria, Roberto Campos Neto, tende a usar crit\u00e9rios t\u00e9cnicos e 28%, que n\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Para o presidente da Rep\u00fablica, o Brasil n\u00e3o pode continuar com a taxa de juros proibitiva de investimento no setor produtivo. &#8220;Ent\u00e3o, \u00e9 preciso baixar a taxa de juros compat\u00edvel \u00e0 infla\u00e7\u00e3o, que est\u00e1 totalmente controlada. Agora fica-se inventando o discurso de infla\u00e7\u00e3o do futuro, o que vai acontecer. Vamos trabalhar em cima do real\u201d, disse o presidente da Rep\u00fablica em entrevista no m\u00eas passado na r\u00e1dio CBN.<\/p>\n\n\n\n<p>Lula disse ainda que quer atrair mais investimentos para o Brasil e que o Banco Central se comporte, na perspectiva de ajudar esse pa\u00eds. E n\u00e3o de atrapalhar o crescimento.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;O presidente do Banco Central n\u00e3o demonstra nenhuma capacidade de autonomia, tem lado pol\u00edtico e, na minha opini\u00e3o, trabalha muito mais para prejudicar o pa\u00eds do que para ajudar&#8221;, declarou Lula.<\/p>\n\n\n\n<p>A vice-presidenta da CUT Nacional, Juvandia Moreira, diz ser inadmiss\u00edvel que o presidente do BC,&nbsp; mantenha a atual taxa de juros em 10,5% ao ano, ap\u00f3s uma s\u00e9rie de quedas de meio ponto percentual, alegando fatores econ\u00f4micos externos e n\u00e3o analisando a atual conjuntura do Brasil.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cN\u00f3s temos um presidente no Banco Central que joga pelo pior, que faz parte dessa elite que tem como projeto apenas o enriquecimento pr\u00f3prio. Ou seja, n\u00e3o tem projeto de pa\u00eds. Campos Neto boicota a economia brasileira. \u00c9 um absurdo o que ele tem feito em benef\u00edcio do mercado financeiro\u201d, declarou Juvandia.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Juros altos impedem gera\u00e7\u00e3o de emprego<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A taxa Selic, utilizada como controle da infla\u00e7\u00e3o, serve como refer\u00eancia para todas as outras taxas de juros do pa\u00eds e vem se mantendo em patamares elevados h\u00e1 quase tr\u00eas anos. Atualmente est\u00e1 em 10,50% ao ano, a segunda mais alta do mundo.<\/p>\n\n\n\n<p>Apesar do discurso de controle da infla\u00e7\u00e3o, diversos estudos demonstram que juros altos s\u00e3o p\u00e9ssimos para o desenvolvimento econ\u00f4mico, o que, por consequ\u00eancia, prejudica a popula\u00e7\u00e3o brasileira, em especial as camadas de mais baixa renda. \u00c9 a classe trabalhadora que sofre pagando juros altos em financiamentos, cart\u00e3o de cr\u00e9dito e todas as demais opera\u00e7\u00f5es financeiras.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, por atrapalhar o crescimento econ\u00f4mico, n\u00e3o permite uma maior gera\u00e7\u00e3o de empregos. Outro imenso preju\u00edzo ao pa\u00eds e aos brasileiros \u00e9 que os juros altos aumentam os pre\u00e7os, encarecem os empr\u00e9stimos e empurram o consumo para baixo e assim, o com\u00e9rcio fica enfraquecido, a produ\u00e7\u00e3o diminui e as empresas, sem ter para quem vender deixam de expandir seus neg\u00f3cios, empregando menos trabalhadores.<\/p>\n\n\n\n<p>A CUT sempre afirmou que \u201cum crescimento econ\u00f4mico e uma gera\u00e7\u00e3o de emprego e renda mais pujantes s\u00f3 n\u00e3o ocorrem devido \u00e0 manuten\u00e7\u00e3o da taxa Selic nesses patamares superiores a 13%. As taxas de juros nas alturas sangram os cofres p\u00fablicos e emperram o consumo e uma retomada mais forte do crescimento\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Confira os 10 motivos para a taxa de juros baixar<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>1 &#8211; Aumenta o endividamento das fam\u00edlias<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O percentual de fam\u00edlias endividadas ficou em 78,8% em junho deste ano, segundo a Pesquisa de Endividamento e Inadimpl\u00eancia do Consumidor da CNC (Confedera\u00e7\u00e3o Nacional do Com\u00e9rcio de Bens, Servi\u00e7os e Turismo. Os juros altos aumentam o valor das d\u00edvidas deixando as fam\u00edlias cada vez mais afundadas numa crise financeira sem fim.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>2 &#8211; Cr\u00e9dito mais caro<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Contrair um empr\u00e9stimo financeiro seja para quitar d\u00edvidas ou investir num neg\u00f3cio fica muito caro. A Selic determina a taxa de juros cobrada nas opera\u00e7\u00f5es de empr\u00e9stimos. Por\u00e9m, em vez de as institui\u00e7\u00f5es financeiras se basearem na taxa Selic para a cobran\u00e7a de juros, elas cobram al\u00e9m dela. Assim quanto maior a Selic, maior ser\u00e3o os juros cobrados.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>3 &#8211; Juros altos favorecem o 1% mais ricos do pa\u00eds<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A Selic ficar neste patamar s\u00f3 interessa a 1% da elite econ\u00f4mica do pa\u00eds que compra t\u00edtulos do governo para investimentos (a arrecada\u00e7\u00e3o dos governos depende de impostos recolhidos e parte de t\u00edtulos vendidos no mercado), e a cerca de 10% da classe m\u00e9dia que t\u00eam aplica\u00e7\u00f5es financeiras, pois com a alta dos juros vale mais a pena deixar o dinheiro aplicado em algum t\u00edtulo do governo do que abrir uma empresa e gerar empregos, explicou ao&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.cut.org.br\/noticias\/taxa-de-juros-de-13-45-favorece-apenas-1-dos-mais-ricos-e-trava-a-economia-990b\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PortalCUT<\/a>&nbsp;o economista e professor da PUC-SP, Ladislau Dowbor. S\u00e3o os chamados rentistas que vivem dos juros de suas aplica\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>4 &#8211; Aumento da d\u00edvida p\u00fablica<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A cada aumento de 1% na taxa de juros, a d\u00edvida l\u00edquida do setor p\u00fablico cresceu R$ 38 bilh\u00f5es. Como a Selic aumentou 11,75 pontos percentuais entre agosto de 2020 (2%) e dezembro de 2022 (13,75%), o impacto foi de R$ 446,5 bilh\u00f5es\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 dinheiro pago por todos os contribuintes para os mais ricos que podem comprar t\u00edtulos do tesouro nacional, j\u00e1 que t\u00eam garantia de pagamento pelo governo federal, a partir da arrecada\u00e7\u00e3o de tributos e impostos pagos por todos n\u00f3s.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>5 &#8211; Impedem investimentos sociais<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Como o governo tem de remunerar os compradores de t\u00edtulos p\u00fablicos de acordo com a Selic, a Uni\u00e3o fica cada vez mais endividada, n\u00e3o sobrando dinheiro para investir em benef\u00edcios sociais como o Bolsa Fam\u00edlia e o Farm\u00e1cia Popular, entre outros.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>6 \u2013 Paralisa obras essenciais<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Os bilh\u00f5es pagos pelo governo federal com a d\u00edvida p\u00fablica impedem tamb\u00e9m a constru\u00e7\u00e3o e reparos em estradas, a constru\u00e7\u00e3o de moradia popular, a constru\u00e7\u00e3o de a\u00e7udes, escolas, creches e outros pr\u00f3prios p\u00fablicos. H\u00e1 no pa\u00eds milhares de obras paradas, que podem gerar emprego e renda para os trabalhadores e melhorar o caixa das empresas.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>7 &#8211; Dificulta a compra de bens materiais<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A alta de juros tamb\u00e9m \u00e9 sentida no cr\u00e9dito imobili\u00e1rio para a compra da casa pr\u00f3pria e nos bens de consumo como geladeiras, fog\u00f5es, carros, celulares, entre outros. Com as empresas tendo de pagar juros maiores a tend\u00eancia \u00e9 transferir para o consumidor essa conta.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>8 \u2013 Impede a gera\u00e7\u00e3o de empregos<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Sem dinheiro de capital de giro para investimento, tanto grandes como pequenas empresas diminuem as contrata\u00e7\u00f5es com receio de n\u00e3o conseguir pagar as d\u00edvidas, at\u00e9 mesmo por falta de compradores para os seus produtos, j\u00e1 que o endividamento das fam\u00edlias impede que elas consumam. \u00c9 um c\u00edrculo vicioso.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Em junho, a&nbsp; gestora Paramis Capital calculou que o custo financeiro dessa taxa Selic alta em R$ 78 bilh\u00f5es ao ano para os empres\u00e1rios. Como exemplo, se os juros fechassem o ano em 9%, como era estimado meses atr\u00e1s, este custo seria R$ 11,1 bilh\u00f5es menor, de R$ 66,9 bilh\u00f5es. Em 9,5%, o impacto seria R$ 7,4 bilh\u00f5es abaixo, de R$ 70,6 bilh\u00f5es ao ano.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>9 \u2013 Impede a distribui\u00e7\u00e3o de renda<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Sem gera\u00e7\u00e3o de empregos n\u00e3o h\u00e1 renda, sem renda n\u00e3o h\u00e1 consumo, sem consumo as empresas n\u00e3o investem, sem investimento n\u00e3o h\u00e1 empregos&#8230; \u00c9 um c\u00edrculo sem fim.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>10 \u2013 Trava a economia<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Sem a roda da economia girando o governo n\u00e3o arrecada, sem arrecada\u00e7\u00e3o a economia trava e os mais pobres passam fome e a classe m\u00e9dia empobrece.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Entenda a defini\u00e7\u00e3o da Selic<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Copom &#8211;&nbsp;<\/strong>O Comit\u00ea de Pol\u00edtica Monet\u00e1ria (Copom) \u00e9 o \u00f3rg\u00e3o do Banco Central, formado pelo seu Presidente (hoje, Roberto Campos Neto) e diretores, que define, a cada 45 dias, a taxa b\u00e1sica de juros da economia \u2013 a Selic.<\/p>\n\n\n\n<p>Uma vez definida a taxa Selic, o Banco Central atua diariamente por meio de opera\u00e7\u00f5es de mercado aberto \u2013 comprando e vendendo t\u00edtulos p\u00fablicos federais \u2013 para manter a taxa de juros pr\u00f3xima ao valor definido na reuni\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Banco Central &#8211;&nbsp;<\/strong>Criado em 1964, a institui\u00e7\u00e3o \u00e9 uma autarquia de natureza especial, inicialmente comandada pelo Executivo Federal com o prop\u00f3sito de regular, por meio de uma pol\u00edtica monet\u00e1ria, a economia brasileira<strong>.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Entre as atribui\u00e7\u00f5es est\u00e3o o controle da infla\u00e7\u00e3o, garantir a solidez do sistema financeiro, gerenciar a circula\u00e7\u00e3o da moeda nacional (em esp\u00e9cie) al\u00e9m de ser o banco dos bancos e o banco do governo.<\/p>\n\n\n\n<p>Isso significa que o BC funciona como uma institui\u00e7\u00e3o onde os bancos mant\u00eam contas com suas reservas, que s\u00e3o monitoras a fim de garantir que transa\u00e7\u00f5es financeiras aconte\u00e7am, ou seja que assegurem que os demais bancos ter\u00e3o capital suficiente para arcar com seus compromissos.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 tamb\u00e9m o banco do governo, que tamb\u00e9m mant\u00e9m no BC suas reservas nacionais e internacionais.<\/p>\n\n\n\n<p>Outra responsabilidade do Banco Central, definida por lei, \u00e9 fomentar o pleno emprego no Brasil.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Autonomia do BC \u2013&nbsp;<\/strong>Em 2021 o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), sancionou a Lei Complementar 179 que deu autonomia ao Banco Central. Se antes a institui\u00e7\u00e3o era subordinada ao executivo, a partir da lei passou a ter autonomia para, por exemplo, como acontece hoje, manter taxas elevadas de juros como pol\u00edtica monet\u00e1ria, tornando-se, portanto, parcial em seu posicionamento, j\u00e1 que penaliza a classe trabalhadora e favorece os rentistas (aqueles que ganham dinheiro com investimentos e n\u00e3o com produ\u00e7\u00e3o) e o sistema financeiro (os bancos). Em outras palavras, transfere recursos da popula\u00e7\u00e3o ao sistema financeiro, promovendo ainda mais desigualdade no pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n<p>A autonomia, de acordo com a lei, d\u00e1 poder ao BC que as metas da pol\u00edtica monet\u00e1ria sejam estabelecidas pelo Conselho Monet\u00e1rio Nacional (Copom), ligado ao pr\u00f3prio banco.<\/p>\n\n\n\n<p>O presidente do Banco Central \u00e9 escolhido pelo presidente da Rep\u00fablica e tem mandato de quatro anos. A figura que atualmente ocupa o cargo \u00e9 o declarado apoiador de Bolsonaro, Roberto Campos Neto, que de acordo com o movimento sindical tem agido para boicotar o atual governo com a manuten\u00e7\u00e3o toda taxa b\u00e1sica de juros em patamares elevados.<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com a lei, apenas o Senado tem o poder de avaliar a conduta do presidente do Banco Central. Desta forma, \u00e9 o Senado que pode decidir a perman\u00eancia dele no cargo.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Pol\u00edtica monet\u00e1ria \/ Selic<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Por ter a finalidade de controlar e alcan\u00e7ar as metas de infla\u00e7\u00e3o do pa\u00eds, o Banco Central define, por meio da pol\u00edtica monet\u00e1ria, qual a taxa de juros b\u00e1sica a ser aplicada no pa\u00eds. \u00c9 conhecida como Selic e serve de refer\u00eancia para todas as transa\u00e7\u00f5es financeiras realizadas, desde empr\u00e9stimos pessoais a juros do cart\u00e3o de cr\u00e9dito, passando por opera\u00e7\u00f5es que movimentam a economia do pa\u00eds como os financiamentos destinados \u00e0 produ\u00e7\u00e3o nos mais diversos setores.<\/p>\n\n\n\n<p>Ou seja, n\u00e3o somente o cidad\u00e3o, mas tamb\u00e9m o setor produtivo \u2013 as empresas, o com\u00e9rcio, as ind\u00fastrias, a agricultura e a pecu\u00e1ria tamb\u00e9m ficam submetidas a tal pol\u00edtica.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Data \u00e9 a mesma da reuni\u00e3o do Copom que definir\u00e1 a taxa Selic do Banco Central. 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