{"id":318,"date":"2014-11-21T12:05:30","date_gmt":"2014-11-21T12:05:30","guid":{"rendered":"http:\/\/sindvalores.com.br\/site\/?p=318"},"modified":"2014-11-21T12:05:30","modified_gmt":"2014-11-21T12:05:30","slug":"nove-assaltos-e-nenhuma-solucao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindvalores.com.br\/site\/institucional\/noticias\/nove-assaltos-e-nenhuma-solucao","title":{"rendered":"Nove assaltos e nenhuma solu\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p>&#8220;Trabalhamos com os nervos a flor da pele&#8221;. Foi assim que o comerciante \u00c1lvaro Ferreira da Silva, de 49 anos, relatou a situa\u00e7\u00e3o de inseguran\u00e7a vivenciada por ele e seus funcion\u00e1rios que trabalham no Mercadinho Ferreira, localizado no bairro de Nova Natal. Apesar do estabelecimento j\u00e1 ter sofrido nove assaltos e tr\u00eas arrombamentos, nenhum suspeito at\u00e9 o momento foi apontado.<\/p>\n<p>\u00c1lvaro Ferreira diz que funcion\u00e1rios trabalham &#8220;com os nervos \u00e0 flor da pele&#8221; Foto:Lamonier Ara\u00fajo\/DN\/D.A.Press O tenente-coronel Zacarias Mendon\u00e7a, do 4\u00ba Batalh\u00e3o da Pol\u00edcia Militar, respons\u00e1vel pelo policiamento da Zona Norte de Natal, afirmou n\u00e3o ter conhecimento sobre as den\u00fancias feitas e afirmou que al\u00e9m do Boletim de Ocorr\u00eancia (B.O.) \u00e9 necess\u00e1rio que a popula\u00e7\u00e3o entre em contato com a central de atendimento da Policia Militar (190), para que as ocorr\u00eancias sejam averiguadas.<\/p>\n<p>Residente h\u00e1 14 anos em Natal, o comeciante \u00c1lvaro Ferreira, natural de S\u00e3o Bento do Norte, regi\u00e3o central potiguar, informou que nos \u00faltimos cinco anos j\u00e1 sofreu 12 a\u00e7\u00f5es criminosas ao seu estabelecimento, entre arrombamentos e assaltos. Os arrombamentos ao mercadinho ocorreram em menor quantidade e sempre atrav\u00e9s do telhado. Ap\u00f3s realizar a cobertura do mercadinho, os arrombamentos reduziram, mas os assaltos tornaram-se mais frequentes, contabilizando nove ocorr\u00eancias at\u00e9 o momento. &#8220;Os bandidos s\u00e3o sempre diferentes, chegam em duplas, armados e sobre bicicletas. Os hor\u00e1rios escolhido por eles, ocorre entre \u00e0s 12h e 15h e 18h \u00e0s 19h&#8221;, descreveu.<\/p>\n<p>Tendo o com\u00e9rcio como \u00fanica fonte de renda da fam\u00edlia, Ferreira j\u00e1 registrou todas as ocorr\u00eancias na 6\u00aa Delegacia de Pol\u00edcia, por\u00e9m at\u00e9 o momento nada foi feito. Ele contou que na \u00faltima quarta-feira, 9 de fevereiro, por volta das 13h30, dois homens armados entraram no estabelecimento e anunciaram o assalto. Enquanto um ladr\u00e3o rendeu o comerciante e um cliente, o outro assaltante levou o dinheiro que estava no balc\u00e3o e nos seus bolsos. A a\u00e7\u00e3o que durou cerca de cinco minutos resultou num preju\u00edzo de R$ 300, por\u00e9m a maior quantia j\u00e1 levada pelos bandidosfoi de R$ 2 mil.<\/p>\n<p>Casado e pai de tr\u00eas filhas, \u00c1lvaro alegou que o problema maior dos assaltos, n\u00e3o \u00e9 o valor material, mas sim o medo que fica. &#8220;Das quatro pessoas que trabalham comigo, cada uma j\u00e1 teve um rev\u00f3lver apontado pra cabe\u00e7a. Uma vez, o assaltante levou todo dinheiro que eu tinha e ainda atirou no balc\u00e3o, mesmo sem ter reagido&#8221;, declarou o comerciante assustado. Para minimizar o problema, o \u00c1lvaro Ferreira j\u00e1 colocou grades nas portas e janelas, instalou um sistema de seguran\u00e7a e teve reuni\u00f5es com o conselho comunit\u00e1rio do bairro, mas nada foi resolvido.<\/p>\n<p>Para atender as ocorr\u00eancias na regi\u00e3o, o tenente-coronel Zacarias Mendon\u00e7a do 4\u00ba BPM informou que no bairro de Nova Natal existe uma base comunit\u00e1ria com dois policiais e uma viatura a disposi\u00e7\u00e3o. Mesmo alegando que o contigente atende a demanda, Mendon\u00e7a declarou que as den\u00fancias feitas pelo comerciante n\u00e3o foram cadastradas no sistema da PM, sendo necess\u00e1rio realizar o registro na central de atendimento, por meio do n\u00famero 190. &#8220;Pedimos que a popula\u00e7\u00e3o procure o atendimento da PM, para que seja poss\u00edvel realizar um mapeamento das \u00e1reas que apresentam maior incid\u00eancia de assaltos. \u00c9 com esses dados que \u00e9 poss\u00edvel ampliar o atendimento&#8221;.<\/p>\n<p>O tenente-coronel relatou ainda que algumas medidas de seguran\u00e7a podem ser tomadas pelos comerciantes, para minimizar os assaltos. A implanta\u00e7\u00e3o de um sistema interno de seguran\u00e7a e uso de seguran\u00e7a privada s\u00e3o algumas delas. Ele tamb\u00e9m acrescentou que o trabalho deve ser realizado de forma integrada com a Policia C\u00edvil, uma vez que cabe eles realizar o trabalho de investiga\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Fonte: Di\u00e1rio de Natal<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&#8220;Trabalhamos com os nervos a flor da pele&#8221;. Foi assim que o comerciante \u00c1lvaro Ferreira da Silva, de 49 anos, relatou a situa\u00e7\u00e3o de inseguran\u00e7a vivenciada por ele e seus funcion\u00e1rios que trabalham no Mercadinho Ferreira, localizado no bairro de Nova Natal. 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