{"id":7334,"date":"2015-02-16T21:16:58","date_gmt":"2015-02-16T21:16:58","guid":{"rendered":"http:\/\/sindvalores.com.br\/site\/?p=7334"},"modified":"2015-02-16T21:16:58","modified_gmt":"2015-02-16T21:16:58","slug":"mercado-informal-de-seguranca-e-3x-maior-que-o-legal","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindvalores.com.br\/site\/institucional\/noticias\/mercado-informal-de-seguranca-e-3x-maior-que-o-legal","title":{"rendered":"Mercado informal de seguran\u00e7a \u00e9 3x maior que o legal"},"content":{"rendered":"<p>O mercado ilegal de seguran\u00e7a privada no Paran\u00e1 \u00e9 tr\u00eas vezes maior que o n\u00famero de empresas autorizadas pela Pol\u00edcia Federal. Estimativa do Sindicato das Empresas de Seguran\u00e7a Privada do Estado do Paran\u00e1 (Sindesp-PR) aponta que a propor\u00e7\u00e3o \u00e9 de tr\u00eas vigilantes clandestinos para um legalizado.<\/p>\n<p>No Estado, h\u00e1 cerca de 100 empresas com registro na PF.<br \/>\nPara se tornar vigilante \u00e9 preciso ser brasileiro, ter 21 anos, n\u00e3o ter antecedentes criminais e frequentar curso de forma\u00e7\u00e3o em escola reconhecida pela Pol\u00edcia Federal. Mas ter s\u00f3 o curso b\u00e1sico n\u00e3o libera o vigilante para trabalhar armado.<\/p>\n<p>&#8220;O vigilante s\u00f3 tem direito ao porte de arma em servi\u00e7o se for registrado em empresa de seguran\u00e7a privada&#8221;, explica o presidente do Sindesp-PR, Maur\u00edcio Smaniotto. &#8220;S\u00f3 o fato de ter feito o curso b\u00e1sico e n\u00e3o ter v\u00ednculo com a empresa n\u00e3o lhe d\u00e1 o direito de usar arma em servi\u00e7o.&#8221;<\/p>\n<p>Quem autoriza a presta\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os de seguran\u00e7a privada \u00e9 a Pol\u00edcia Federal e a legisla\u00e7\u00e3o \u00e9 rigorosa. As empresas precisam ter capital social integrado de pelo menos 100 mil UFIRs (R$ 105 mil) e apresentar certid\u00f5es negativas criminais dos diretores. A lei obriga tamb\u00e9m vigilantes a passar por curso de forma\u00e7\u00e3o para obter a Carteira Nacional de Vigilante.<\/p>\n<p>Segundo o sindicato, os trabalhadores ilegais geralmente atuam como vigilantes de estabelecimentos de pequeno porte, como farm\u00e1cias e postos de combust\u00edveis, al\u00e9m de fazer rondas em bairros. Quem contrata um vigilante clandestino exp\u00f5e o pr\u00f3prio patrim\u00f4nio a riscos.<\/p>\n<p>&#8220;Voc\u00ea n\u00e3o conhece quem est\u00e1 prestando o servi\u00e7o. Essa pessoa pode facilitar um roubo e trabalhar com arma clandestina&#8221;, alerta Smaniotto.<\/p>\n<p>Para o presidente o Sindicato dos Empregados de Empresas de Seguran\u00e7a de Maring\u00e1 e Regi\u00e3o, Jos\u00e9 Maria da Silva, a prefer\u00eancia pelo profissional sem registro tem explica\u00e7\u00e3o no pre\u00e7o pago ao trabalhador, que corresponde \u00e0 metade do piso salarial da categoria, hoje em R$ 1,2 mil.<\/p>\n<p>&#8220;O empres\u00e1rio prefere ter o clandestino porque paga uma mis\u00e9ria para o trabalhador e n\u00e3o recolhe impostos&#8221;, argumenta o presidente. &#8220;O grande problema \u00e9 que o trabalhador ilegal n\u00e3o sabe se defender, n\u00e3o sabe atacar um bandido quando precisa e nem fazer os primeiros socorros. \u00c9 por isso que ele custa pouco, mas o servi\u00e7o prestado n\u00e3o \u00e9 o mesmo do que o do legalizado&#8221;.<\/p>\n<p>Confira<br \/>\nPara saber se a empresa de seguran\u00e7a privada que voc\u00ea vai contratar tem autoriza\u00e7\u00e3o da Pol\u00edcia Federal para funcionar, basta acessar o site<br \/>\nwww.dpf.gov.br, clicar em \u2018Seguran\u00e7a privada\u2019 e digitar o CNPJ da empresa.<\/p>\n<p>Fonte: O Di\u00e1rio &#8211; Maring\u00e1<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O mercado ilegal de seguran\u00e7a privada no Paran\u00e1 \u00e9 tr\u00eas vezes maior que o n\u00famero de empresas autorizadas pela Pol\u00edcia Federal. 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