{"id":7338,"date":"2015-02-16T21:18:11","date_gmt":"2015-02-16T21:18:11","guid":{"rendered":"http:\/\/sindvalores.com.br\/site\/?p=7338"},"modified":"2015-02-16T21:18:11","modified_gmt":"2015-02-16T21:18:11","slug":"aumento-do-minimo-injeta-r-64-bi-na-economia-e-da-folego-ao-pib-em-2012","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindvalores.com.br\/site\/institucional\/noticias\/aumento-do-minimo-injeta-r-64-bi-na-economia-e-da-folego-ao-pib-em-2012","title":{"rendered":"Aumento do m\u00ednimo injeta R$ 64 bi na economia e d\u00e1 f\u00f4lego ao PIB em 2012"},"content":{"rendered":"<p>Eleva\u00e7\u00e3o do piso, considerado vil\u00e3o em \u00e9pocas de economia aquecida, deve garantir retomada do crescimento no primeiro trimestre<\/p>\n<p>Marcelo Rehder (Economia)<\/p>\n<p>O reajuste de 14,3% no valor do sal\u00e1rio m\u00ednimo, que passa dos atuais R$ 545 para R$ 622,73 em janeiro, dever\u00e1 injetar cerca de R$ 64 bilh\u00f5es na economia brasileira em 2012. A destina\u00e7\u00e3o desses recursos para consumo ou pagamento de d\u00edvidas tende a acelerar os neg\u00f3cios e permitir que o Produto Interno Bruto (PIB) volte a crescer no primeiro trimestre do ano que vem, depois de ficar praticamente estagnado ao longo do segundo semestre de 2011.<\/p>\n<p>&#8220;Nossa estimativa \u00e9 de que o PIB brasileiro volte a crescer em um ritmo de 0,8% no primeiro trimestre de 2012, principalmente por causa do impulso dado pelo sal\u00e1rio m\u00ednimo em um per\u00edodo que tradicionalmente \u00e9 fraco&#8221;, diz o economista-chefe da LCA Consultores, Br\u00e1ulio Borges, autor do estudo sobre o impacto do aumento do m\u00ednimo no crescimento econ\u00f4mico do Pa\u00eds.<\/p>\n<p>Nesse cen\u00e1rio, o aumento do m\u00ednimo em 2012 passa de vil\u00e3o a mocinho. No lugar de dar mais combust\u00edvel \u00e0 escalada da infla\u00e7\u00e3o, como criticavam economistas e empres\u00e1rios, essa montanha de dinheiro passou a ser bem vinda para reacelerar a economia brasileira. &#8220;Se isso viesse num momento de atividade econ\u00f4mica excitada, promoveria muita preocupa\u00e7\u00e3o&#8221;, diz Paulo Francini, diretor da Federa\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias do Estado de S\u00e3o Paulo (Fiesp). &#8220;Por\u00e9m, vem em um momento em que a economia d\u00e1 sinais de redu\u00e7\u00e3o e queda at\u00e9 maiores que o previsto.&#8221;<\/p>\n<p>Impacto. Nos c\u00e1lculos da LCA, o ganho real de 7,5% do sal\u00e1rio m\u00ednimo dever\u00e1 agregar 0,3 ponto porcentual ao crescimento do consumo das fam\u00edlias, componente que responde por 60% do PIB brasileiro sob a \u00f3tica da demanda. Assim, o reajuste do m\u00ednimo agregaria 0,2 ponto porcentual ao crescimento do PIB como um todo no ano que vem.<\/p>\n<p>O economista explica que o impacto relativamente pequeno sobre o PIB acontece porque a massa de rendimentos da economia vinculados ao sal\u00e1rio m\u00ednimo (somando rendas do trabalho, previdenci\u00e1ria e assistencial) \u00e9 de &#8220;apenas&#8221; 22% da massa total brasileira.<\/p>\n<p>O aumento real de 7,5% dever\u00e1 beneficiar cerca de 66 milh\u00f5es de pessoas, o que representa 46% da popula\u00e7\u00e3o que recebe algum rendimento no Pa\u00eds. Al\u00e9m de aposentados e pensionistas que recebem um sal\u00e1rio m\u00ednimo, o c\u00e1lculo inclui ocupados com rendimento de at\u00e9 1,5 sal\u00e1rio m\u00ednimo e benefici\u00e1rios da Lei Org\u00e2nica Social (LOAS) e do Renda Mensal Vital\u00edcia, tamb\u00e9m atrelados ao sal\u00e1rio m\u00ednimo.<\/p>\n<p>Mas a participa\u00e7\u00e3o da massa de rendimentos vinculados ao m\u00ednimo muda bastante dependendo da regi\u00e3o. No Norte, ela \u00e9 de 29% e, no Nordeste, de 37%. J\u00e1 no Centro-oeste \u00e9 de 19%, enquanto no Sudeste e no Sul fica em 17% e 18%, nessa ordem.<\/p>\n<p>Fonte: Estad\u00e3o<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Eleva\u00e7\u00e3o do piso, considerado vil\u00e3o em \u00e9pocas de economia aquecida, deve garantir retomada do crescimento no primeiro trimestre Marcelo Rehder (Economia) O reajuste de 14,3% no valor do sal\u00e1rio m\u00ednimo, que passa dos atuais R$ 545 para R$ 622,73 em janeiro, dever\u00e1 injetar cerca de R$ 64 bilh\u00f5es na economia brasileira em 2012. 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