{"id":8255,"date":"2015-02-25T22:21:49","date_gmt":"2015-02-25T22:21:49","guid":{"rendered":"http:\/\/sindvalores.com.br\/site\/?p=8255"},"modified":"2015-02-25T22:22:00","modified_gmt":"2015-02-25T22:22:00","slug":"vigilante-tem-direito-a-aposentadoria-proporcional-pelo-exercicio-de-atividade-nociva-a-saude","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindvalores.com.br\/site\/institucional\/noticias\/vigilante-tem-direito-a-aposentadoria-proporcional-pelo-exercicio-de-atividade-nociva-a-saude","title":{"rendered":"\u00bb Vigilante tem direito \u00e0 aposentadoria proporcional pelo exerc\u00edcio de atividade nociva \u00e0 sa\u00fade"},"content":{"rendered":"<h1><a href=\"http:\/\/cascavilha.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/06\/20110304115532pagina31-280x190.jpg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-full wp-image-4797\" src=\"http:\/\/cascavilha.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/06\/20110304115532pagina31-280x190.jpg\" alt=\"20110304115532pagina31-280x190\" width=\"280\" height=\"190\" \/><\/a><\/h1>\n<p>Por unanimidade, a 1.\u00aa Turma do TRF da 1.\u00aa Regi\u00e3o manteve senten\u00e7a de primeira inst\u00e2ncia que concedeu o benef\u00edcio da aposentadoria por tempo de contribui\u00e7\u00e3o, com proventos proporcionais, a um vigilante. A decis\u00e3o foi tomada ap\u00f3s an\u00e1lise de recurso apresentado pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).<\/p>\n<p>Na apela\u00e7\u00e3o, a autarquia sustenta a inexist\u00eancia de previs\u00e3o legal para enquadramento da categoria de vigilante, mesmo antes da Lei 9.032\/95. Alega que n\u00e3o h\u00e1 nos autos prova que comprove que a parte autora utilizava arma de fogo na presta\u00e7\u00e3o do servi\u00e7o, raz\u00e3o pela qual concluiu que o requerente sequer estava autorizado a trabalhar portando tal equipamento. Com tais fundamentos, pleiteou a reforma da senten\u00e7a.<\/p>\n<p>A relatora, desembargadora federal \u00c2ngela Cat\u00e3o, n\u00e3o concordou com os argumentos trazidos pelo INSS, pelo que manteve a senten\u00e7a de primeiro grau. Segundo a magistrada, o c\u00f4mputo do tempo de servi\u00e7o dever\u00e1 observar a legisla\u00e7\u00e3o vigente \u00e0 \u00e9poca da presta\u00e7\u00e3o laboral.<\/p>\n<p>\u201cEstando comprovado o exerc\u00edcio de atividade profissional considerada prejudicial \u00e0 sa\u00fade, com a apresenta\u00e7\u00e3o de formul\u00e1rios e laudos periciais fornecidos pelas empresas empregadoras, o segurado tem direito ao reconhecimento do tempo de atividade especial para fins previdenci\u00e1rios\u201d, explicou a relatora.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, acrescentou a desembargadora \u00c2ngela Cat\u00e3o, em seu voto, que a atividade de vigilante, com uso de arma de fogo, deve ser enquadrada como perigosa, nos termos do item 2.5.7 do Decreto 53.831\/64, por equipara\u00e7\u00e3o \u00e0 atividade de guarda. Nesse sentido, \u201cna convers\u00e3o do tempo de servi\u00e7o especial em tempo comum deve ser aplicado o fator de convers\u00e3o conforme o ordenamento vigente \u00e0 \u00e9poca em que requerida a aposentadoria utilizando-se, no presente caso, o fator de 1.4 previsto na Lei 8.213\/91\u201d, afirmou a magistrada.<\/p>\n<p>A relatora finalizou seu entendimento ressaltando que, em 12 de julho de 1997, o autor contava com 30 anos e 23 dias de tempo de servi\u00e7o, isto \u00e9, havia cumprido os requisitos legais para a concess\u00e3o da aposentadoria proporcional pelas regras vigentes antes da EC 20\/98.<\/p>\n<p>JC<\/p>\n<p>0011232-47.2006.4.01.3811<\/p>\n<p>Fonte: TRF-1<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por unanimidade, a 1.\u00aa Turma do TRF da 1.\u00aa Regi\u00e3o manteve senten\u00e7a de primeira inst\u00e2ncia que concedeu o benef\u00edcio da aposentadoria por tempo de contribui\u00e7\u00e3o, com proventos proporcionais, a um vigilante. 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