{"id":8499,"date":"2015-03-02T14:26:44","date_gmt":"2015-03-02T14:26:44","guid":{"rendered":"http:\/\/sindvalores.com.br\/site\/?p=8499"},"modified":"2015-03-02T14:26:44","modified_gmt":"2015-03-02T14:26:44","slug":"turma-eleva-indenizacao-a-bancario-que-transportava-valores-a-pe-e-sem-escolta","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindvalores.com.br\/site\/institucional\/noticias\/turma-eleva-indenizacao-a-bancario-que-transportava-valores-a-pe-e-sem-escolta","title":{"rendered":"\u00bb Turma eleva indeniza\u00e7\u00e3o a banc\u00e1rio que transportava valores a p\u00e9 e sem escolta"},"content":{"rendered":"<p id=\"aui_3_2_0_1336\"><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter\" src=\"http:\/\/3.bp.blogspot.com\/-3oHznszu6fY\/T9aMkTtE-PI\/AAAAAAAAACQ\/vhUZ14cLs0I\/s1600\/tst.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A Quarta Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST) aumentou o valor da indeniza\u00e7\u00e3o por danos morais a ser paga pelo Banco do Estado do Esp\u00edrito Santo (Banestes) a um empregado que fazia o transporte de valores a p\u00e9 nas ruas da cidade de S\u00e3o Jos\u00e9 do Cal\u00e7ado (ES), sem escolta armada. Para a eleva\u00e7\u00e3o \u2013 de R$ 2 mil para R$ 10 mil \u2013, a Turma considerou que o valor arbitrado foi irris\u00f3rio frente ao dano psicol\u00f3gico causado pelos riscos decorrentes do transporte de dinheiro a p\u00e9. A decis\u00e3o foi tomada na sess\u00e3o da Turma desta quarta-feira (14).<\/p>\n<p>O banc\u00e1rio buscou indeniza\u00e7\u00e3o na Justi\u00e7a alegando que, por diversas ocasi\u00f5es, foi abrigado a transportar em via p\u00fablica malotes com R$ 50 mil a R$ 100 mil em dinheiro, o que lhe gerava apreens\u00e3o em raz\u00e3o dos riscos \u00e0 sua seguran\u00e7a e do medo de sofrer assaltos ou sequestro. Enfatizou que nunca contou com servi\u00e7os especializados para tal transporte, como o uso de ve\u00edculo especial ou escolta armada. O Banestes, em contesta\u00e7\u00e3o, negou que o banc\u00e1rio fizesse qualquer tipo de transporte de valores, e afirmou que n\u00e3o havia prova nesse sentido.<\/p>\n<p>A 12\u00aa Vara do Trabalho de Vit\u00f3ria julgou improcedentes os pedidos por verificar contrariedades nos depoimentos dados em ju\u00edzo pelas testemunhas e pelo banc\u00e1rio, o que o levou a recorrer da decis\u00e3o. No Tribunal Regional do Trabalho da 17\u00aa Regi\u00e3o (ES), o desfecho foi diferente. Ao acolher o recurso, o Regional afirmou que a institui\u00e7\u00e3o financeira deveria ter provado que o banc\u00e1rio n\u00e3o transportava valores em situa\u00e7\u00e3o inadequada (a p\u00e9 e sem escolta), mas n\u00e3o o fez. Por entender que houve exposi\u00e7\u00e3o desnecess\u00e1ria ao risco, com repercuss\u00e3o no estado psicol\u00f3gico do empregado, o TRT deu fixou a indeniza\u00e7\u00e3o por danos morais em R$ 2 mil.<\/p>\n<p>O banc\u00e1rio novamente recorreu, desta vez para questionar o valor da indeniza\u00e7\u00e3o, e seu pedido foi acolhido pela Quarta Turma do TST com base no artigo 944 do\u00a0<a href=\"http:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/leis\/2002\/l10406.htm\">C\u00f3digo Civil<\/a>. Por considerar que o arbitramento de montante &#8220;ris\u00edvel&#8221; n\u00e3o atende \u00e0 finalidade de compensar a v\u00edtima pelo agravo sofrido, tampouco serve como medida inibidora, a Turma aumentou o valor da indeniza\u00e7\u00e3o, nos termos do voto do relator, ministro Jo\u00e3o Oreste Dalazen. A decis\u00e3o foi un\u00e2nime.<\/p>\n<p id=\"aui_3_2_0_1348\">(Fernanda Loureiro\/CF)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Fonte: tst.jus.br<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; A Quarta Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST) aumentou o valor da indeniza\u00e7\u00e3o por danos morais a ser paga pelo Banco do Estado do Esp\u00edrito Santo (Banestes) a um empregado que fazia o transporte de valores a p\u00e9 nas ruas da cidade de S\u00e3o Jos\u00e9 do Cal\u00e7ado (ES), sem escolta armada. 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