{"id":8570,"date":"2015-03-02T14:49:00","date_gmt":"2015-03-02T14:49:00","guid":{"rendered":"http:\/\/sindvalores.com.br\/site\/?p=8570"},"modified":"2015-03-02T14:49:00","modified_gmt":"2015-03-02T14:49:00","slug":"travamento-de-porta-giratoria-de-banco-nao-gera-dano-moral","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindvalores.com.br\/site\/institucional\/noticias\/travamento-de-porta-giratoria-de-banco-nao-gera-dano-moral","title":{"rendered":"\u00bb Travamento de porta girat\u00f3ria de banco n\u00e3o gera dano moral"},"content":{"rendered":"<div id=\"content\">\n<div id=\"miolo\">\n<div id=\"conteudo_miolo\">\n<blockquote><p><em>\u201cO fato de ter havido o travamento da porta e a necessidade para que o autor se despojasse dos objetos met\u00e1licos e abrisse a pasta que portava, n\u00e3o constitui ato il\u00edcito, em nome da seguran\u00e7a de todos que estavam na ag\u00eancia\u201d.<\/em><\/p><\/blockquote>\n<p>Com esse entendimento, a desembargadora Federal Cecilia Mello, do TRF da 4\u00aa regi\u00e3o, negou, em decis\u00e3o monocr\u00e1tica, indeniza\u00e7\u00e3o por danos morais a um cliente da CEF que tentou por tr\u00eas vezes entrar na ag\u00eancia, sendo que na \u00faltima tentativa porta girat\u00f3ria travou.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"alignleft\" src=\"http:\/\/www.globalframe.com.br\/gf_base\/empresas\/MIGA\/imagens\/5CCF836FAB412813A2D6A10C3DAA1428990B_porta%20girat%C3%B3ria.jpg\" alt=\"\" \/><\/p>\n<p>O autor alega que, mesmo ap\u00f3s ter atendido pedido da seguran\u00e7a para que depositasse seus pertences de metal no lugar apropriado, inclusive seu celular, novamente a porta girat\u00f3ria travou. Ent\u00e3o, os seguran\u00e7as solicitaram que ele retirasse o anel, rel\u00f3gio e o cinto da cal\u00e7a, mas o autor se recusou, pois temia ser exposto ao rid\u00edculo e a humilha\u00e7\u00e3o perante as pessoas que l\u00e1 estavam.<\/p>\n<p>Em seu voto, a magistrada ressaltou que\u00a0<em>\u201ca seguran\u00e7a dos clientes de bancos tornou-se item priorit\u00e1rio das institui\u00e7\u00f5es banc\u00e1rias\u201d,<\/em>\u00a0portanto, a detec\u00e7\u00e3o de metais \u00e9 conduta necess\u00e1ria para preservar a integridade f\u00edsica e a seguran\u00e7a dos clientes e dos funcion\u00e1rios de qualquer estabelecimento financeiro.<\/p>\n<p>Nesse sentido, a desembargadora entendeu que, no caso,\u00a0<em>\u201cagiram os prepostos da CEF no exerc\u00edcio do dever funcional, visando \u00e0 seguran\u00e7a do patrim\u00f4nio e de todos (funcion\u00e1rios, clientes, transeuntes) que estavam na ag\u00eancia\u201d.<\/em><\/p>\n<p>Cecilia Mello registrou ainda que a jurisprud\u00eancia do STJ \u00e9 firme no sentido de que o travamento da porta girat\u00f3ria por si s\u00f3 n\u00e3o \u00e9 pass\u00edvel de gerar indeniza\u00e7\u00e3o por dano moral, por\u00e9m os desdobramentos que da\u00ed decorram poder\u00e3o eventualmente caracterizar o dano. Para isso, \u00e9 necess\u00e1ria a comprova\u00e7\u00e3o de que o autor fora destratado pelos seguran\u00e7as que controlavam o acesso \u00e0 ag\u00eancia ou por outros funcion\u00e1rios, o que n\u00e3o foi confirmado no caso.<\/p>\n<ul>\n<li><strong>Processo<\/strong>: 0009905-72.2002.4.03.6100<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"coluna_direita\" style=\"text-align: left;\"><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u201cO fato de ter havido o travamento da porta e a necessidade para que o autor se despojasse dos objetos met\u00e1licos e abrisse a pasta que portava, n\u00e3o constitui ato il\u00edcito, em nome da seguran\u00e7a de todos que estavam na ag\u00eancia\u201d. 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